Uma terapia com começo, meio e fim — orientada por objetivos reais, pelo seu ritmo e pelos seus valores. Não pela intuição do terapeuta, mas pela ciência.
A psicoterapia que ofereço não parte de um diagnóstico como rótulo fixo — parte dos processos psicológicos que estão mantendo o sofrimento. Ansiedade, depressão, dificuldades de relacionamento, autismo ou baixa performance: por trás de condições diferentes frequentemente existem os mesmos processos subjacentes. Isso é o que chamamos de abordagem transdiagnóstica baseada em processos.
Trabalho a partir das Terapias Comportamentais Contextuais (ACT, FAP, DBT) e da TCC de segunda e terceira geração, integrando técnicas validadas com sensibilidade clínica para o que é único em você. Para pessoas no espectro autista, o trabalho é adaptado às necessidades específicas de processamento e comunicação — sem tentar "normalizar", mas ajudando a viver de forma mais alinhada com os próprios valores.
A pesquisa é clara: o vínculo terapêutico é um dos principais preditores de resultado em psicoterapia — independente da abordagem usada. Por isso, construir uma relação autêntica, calorosa e profunda não é um detalhe — é parte central do tratamento.
Isso significa presença genuína, honestidade e espaço para que você se sinta visto como pessoa — não como diagnóstico. Trago para a clínica algo que vai além da formação: a experiência de ter carregado minha própria história, de ter me sentido estranho ao mundo e de ter encontrado, pelo caminho mais longo, uma forma de viver que faz sentido. Essa familiaridade com o sofrimento não é autobiografia — é a base de uma escuta que reconhece o que está sendo dito antes mesmo das palavras.
Você entra em contato via WhatsApp ou Instagram e combinamos o melhor dia e horário. Antes da primeira sessão, envio dois formulários breves — um de histórico e um de objetivos. Eles já estruturam o início do nosso trabalho, e muitas pessoas relatam que preenchê-los é, por si só, um primeiro momento de clareza sobre o que estão buscando.
Na primeira sessão, mapeamos claramente o que trouxe você até aqui, quais são seus objetivos concretos e o que você espera da terapia. Definimos juntos se vou ser o profissional mais adequado para o seu caso.
Com base nas informações coletadas, elaboro uma formulação clínica dos processos que mantêm o seu sofrimento. Isso vira um plano de tratamento com foco, objetivos e estimativa de duração — transparente para você.
As sessões são estruturadas e ativas — não apenas uma conversa. A pergunta central que orienta cada sessão é sempre a mesma: o que você quer que sua vida seja, e o que está entre você e isso? Trabalhamos com técnicas específicas, tarefas entre sessões e exercícios voltados à construção de uma vida mais alinhada com o que realmente importa para você.
Utilizo medidas validadas para acompanhar sua evolução sessão a sessão. Se algo não está funcionando, ajustamos. Você sempre sabe onde está no processo.
A terapia tem um fim definido pelos objetivos alcançados, não pela dependência do paciente. Quando chegamos lá, planejamos a alta juntos — com consolidação dos ganhos e prevenção de recaídas.
A primeira sessão é um espaço para nos conhecermos e avaliarmos juntos se faz sentido trabalharmos. Não existe resposta certa, assunto errado ou forma certa de começar. Você pode chegar exatamente como está — sem preparação, sem roteiro. Sem compromisso além da honestidade.